UM PERFEITO CAVALHEIRO – Julia Quinn


Oiiiiiiiiiii, voltei. E como prometido falarei sobre o terceiro livro da série Os Bridgertons. Nesse livro conheceremos um pouco sobre a historia de Bendict e Sophie. Vamos lá?

Era uma vez...
Era uma vez uma garota chamada Sophie. Sua mãe falecera assim que ela nasceu, então ela foi deixada da casa de seu pai, um conde, para que fosse cuidada por ele. Mas como era filha ilegítima não foi reconhecida com herdeira do conde, e sim como filha de um parente. Ainda assim era bem tratada na residência, estudava e aprendera a ser uma dama. Anos depois o conde se casou com uma esposa que já tinha duas filhas. Como eram da mesma idade, Sophie achou que seriam como irmãs e que a condessa seria como sua mãe. Que engano amargo. A mulher deixou bem claro que ela não era ninguém naquela casa, e ordenou que agisse como tal. Quando o conde faleceu, a condessa pretendia por Sophie para fora, mas em seu testamento ele deixou bem claro que era teria que cuidar dela até a idade de 20 anos, caso contrário não receberia uma grande quantia anualmente. A Condessa concordou a contragosto, mas ante não tivesse concordado, pois se a vida de Sophie era difícil até então, os próximos anos seriam seus piores pesadelos. Era forçada a trabalhar como uma escrava, que era o que era de fato, pois além de ser humilhada constantemente, não recebia nenhum centavo, comia restos, e vestia trapos. Nunca havia saído da residência nunca fora a um baile, não tinha amigos fora da propriedade. Sua madrasta tinha lhe tirado o pouco que tinha, só não havia conseguido lhe tirar o sonho de um dia ser feliz ao lado de seu príncipe encantado. Uma noite ele esteve com seu príncipe. Soube de imediato que era ele, embora ele nunca soubesse que por trás daquela mascara e daquele vestido prateado, se escondia uma simples criada. E ela sabia que apenas em contos de fadas o príncipe fica com a plebeia. Mas isso não é um conto de fadas, e sim a vida real.
Benedict Bridgerton odiava ser comparado aos irmãos. Não que não os amasse, mas  fato de sempre ser chamado de “Um Bridgerton”, ou “ o segundo Bridgerton” o irritava, pois dava a entender que ele não tinha identidade. Não passava disso, um dos membros de uma família numerosa onde todos são esteticamente parecidos. Suportava menos a pressão de sua mãe para que se casasse. Estava cansado de tantos bailes, tantas moças frívolas e sem nada na cabeça. Mas eis que no baile de mascaras oferecido por sua mãe ele vê alguém diferente. Ela era linda, perfeita. E ele soube naquele instante, os poucos em que estiveram juntos, que se ele teria que se casar com alguém seria com ela. Mas a meia noite a bela dama fugiu, e lhe restou apenas uma luva com um brasão desconhecido. Quem seria a dama misteriosa? Por que havia fugido? Por que não lhe dissera sequer seu nome? Resolveu então procura-la com todo afinco. Ele a encontraria e se casaria com ela.
Essa minha pequena versão lembrou algo a vocês? Se vocês se lembraram da estória da Cinderela estão corretíssimos. O livro se parece muito com o conto de fadas da gata borralheira em muitos aspectos, com algumas diferenças. Alguém já assistiu aos filmes da Cinderela da Disney? Mais precisamente o terceiro, no qual a madrasta rouba a varinha da fada madrinha e faz um feitiço e volta no tempo para que o príncipe não descubra que Cinderela é a dona do sapatinho? Mas mesmo não a reconhecendo, ele sabe de alguma forma que era ela. Ele sente algo quando está com ela. Da mesma forma ocorre aqui, com a diferença de que não existe nenhuma magia, apenas passam dois anos e quando eles se reencontram Bendict simplesmente não se lembra de que ela é a dama de prata. Não é que não lembre, ele nunca soube na verdade. Mas mesmo assim ele se apaixona por ela, só que alguém em sua posição social não pode se casar com uma criada, e ela se recusa a ser sua amante. Como pro então? É óbvio que um não consegue ficar longe do outro. Será que Sophie vai sucumbir ao desejo e cometer o erro que jurou jamais cometer? E Bendict? Será que elevai deixar convicções, esquecer a dama de prata (lembre-se de que ele não sabe que ela era ela) e assumir o amor que sentem? Isso eu deixo vocês descobrirem.

Por hoje é só pessoal, espero que tenham gostado, como eu obviamente amei.

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