O VISCONDE QUE ME AMAVA – Julia Quin
Oiiiiiiii
pessoal. Voltei para dar continuação á saga dos irmãos Bridgertons, dessa vez
vou lhes contar a história de Anthony, o irmão mais velho da prole de Lady
Bridgerton.
SINOPSE
Anthony
nunca cogitou a ideia de amar alguém. Ele sabia que o amor existia, mas assim
como o Zach de “Se você fosse minha” (tem resenha do livro no blog) da Bella
Andre, desde que seu pai faleceu aos 38 anos, picado por uma abelha, ele sabe
que não viveria mais do que ele, e seria muito mais difícil morrer e deixar a
mulher que ama do que morrer sem ter ninguém a quem amar.
Mas,
ele é um visconde. Precisa deixar um herdeiro, e para isso ele precisa o que?
Muito bem, ele precisa se casar. Mas seu casamento não envolverá amor. Sua
esposa precisa apenas ser bonita e inteligente, e para isso a jovem Edwina
Sheffield servirá. É a debutante mais linda da temporada, e dará uma ótima
esposa. Está decidido então. Se casará com ela.
Porém,
Edwina deixou bem claro que só se casa com o homem que sua irmã, Kate, que
também está debutando, achar adequado. Então ele precisa conquistar a irmã
primeiro, mas isso não será tão fácil quanto ele pensa, pois ela tem um péssimo
julgamento dele.
Kate
nunca foi linda como a irmã. Elas não são filhas da mesma mãe e Edwina herdou a
beleza clássica de sua progenitora, que se casou com o pai de Kate após a
esposa falecer de pneumonia. E como Edwina parece um anjo loiro dos olhos azuis
caído do céu, Kate fica totalmente apagada, pois o que ela é? Não é feia, mas
linda com certeza não. Mas o fato de ficar ao lado de Edwina faz com que
ninguém olhe para ela.
Anthony
então começa a tentar conquistar a aceitação de Kate, mas é difícil ser
agradável com uma mulher que diz o que pensa sobre ele, considerando que as
coisas que ela pensa a seu respeito não são nada boas. Eles vivem se
provocando, um simplesmente não consegue viver sem irritar o outro. Mas com o
tempo descobrem coisas em comum. Muitas coisas na verdade, e ele sente que
existe uma fagulha, algo que faz com que ele queira sempre estar perto dela,
essa necessidade de se fazer notar nem que para o mal. Acaba passando tanto
tempo com Kate que se esquece de cortejar a mulher que de fato quer como
esposa. Afinal, aquela fagulha sempre presente quando está com Kate, nunca
apareceu quando estava com Edwina. E como para ser sua esposa devia ser alguém
por quem ele não sentisse nada, ele simplesmente não podia casar com Kate.
Porque existia a grande possibilidade que se apaixonasse por ela, e isso é
inadmissível.
Eu
gostei muito do livro (novidade). Ri muito. Isso, eu notei, é algo que acontece
com frequência com essa família, pois Colin estando presente, sempre terei
algum motivo para rir, pois ele é divertidíssimo. Mal posso esperar para ler o
livro dele.
O
livro é leve, sem muitos dramas como o primeiro, se bem que dessa vez teve algo
um pouquinho mais. O Anthony passou o tempo todo se esforçando pra não se
apaixonar pela Kate, mas eu, os personagens do livro, e qualquer pessoa que
ler, vai saber que ele já tinha se apaixonado há muito tempo, e não soube
reconhecer e tinha medo de admitir.
Bom
gente, por hoje é só. Fico feliz em dizer que já comecei a ler o terceiro (sim,
sou uma maquina quando os livros são romances de época) “Um perfeito
cavalheiro”, e já odeio a madrasta e a filha dela. Mas isso é assunto para a
próxima resenha. Até lá então. Beeeeeeeeeeeeijos.



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