O ASSASSINATO DE ROGER ACKROYD - Agatha Christie
Oiiiiiii
pessoal!! Voltei. E tragou outra obra da rainha do crime (na minha opinião)
Agatha Christie. Esse livro é narrado pelo médico amigo do falecido. O mesmo
médico que ajuda o nosso querido Poirot durante a investigação? Querem saber
mais? Então vamos lá.
SINOPSE
Uma misteriosa sequência de três
crimes. Uma velha senhora desconfiada. Um famoso detetive belga de férias,
procurando alguma emoção. Este é o ponto de partida de O assassinato de Roger
Ackroyd, um dos mais famosos romances policiais de Agatha Christie, em que está
presente seu estilo inconfundível de promover uma verdadeira ciranda de
suspeitos, em que o leitor é envolvido e para a qual ele é convidado a usar
toda a sua inteligência e perspicácia.
Em uma noite de setembro, o
milionário Roger Ackroyd é encontrado morto, esfaqueado com uma adaga tunisiana
– objeto raro de sua coleção particular – no quarto da mansão Fernly Park na
pacata vila de King’s Abbott. A morte do fidalgo industrial é a terceira de uma
misteriosa sequência de crimes iniciada a de Ashley Ferrars, que pode ter sido
causada ou por uma ingestão acidental de soníferos ou envenenamento articulado
por sua esposa – esta, aliás, completa a sequência de mortes, num provável
suicídio.
Os três crimes em série chamam a
atenção da velha Caroline Sheppard, irmã do Dr. Sheppard, médico da cidade e
narrador da história. Suspeitando de que haja uma relação entre as mortes, dada
a proximidade de Miss Ferrars com o também viúvo Roger Ackroyd, Caroline pede a
ajuda do então aposentado detetive belga Hercule Poirot, que passava suas
merecidas férias na vila.
Ameaças, chantagens, vícios,
heranças, obsessões amorosas e uma carta reveladora deixada por Miss Ferrars
compõe o cenário desta surpreendente trama, cujo transcorrer elenca novos
suspeitos a todo instante, exigindo a habitual perspicácia do detetive Poirot
em seu retorno ao mundo das investigações.
Tudo é narrado pelo Dr. Sheppard, que recebe uma ligação no meio da noite, onde alguém que se
identifica como o mordomo do falecido e diz que o homem foi assassinado. Mas ao
chegar lá ninguém havia se dado conta disso ainda, e o mordomo nega que tenha
feito a ligação, mas no fim o homem estava de fato morto, e a maneira pela qual
foi morto não deixa duvidas de que foi assassinato.
Então
começa a investigação e Hercule Poirot, que estava morando naquela vizinhança e
era amigo do falecido. Acontecimentos que aos olhos dos outros
são insignificantes, para Hercule Poirot significam tudo , e é observando esses
pequenos detalhes e usando suas células cinzentas que ele desvenda mais um
crime.
E
meu DEUS. Que crime. Geeeeeeeeeente. Morro e não vejo tudo. Não digo que crime
foi mirabolante. Não. Mas o assassino, era a ultima, das ultimas, )lá em baixo
mesmo, no subsolo) das pessoas que eu pensei que fosse. Nunca na minha vida eu imaginei que fosse quem foi. Meu Deus. A mulher
era definitivamente um gênio. Um gênio.
Bom,
é isso que tenho pra dizer. Depois de “O natal de Poirot” e “A casa torta”,
esse foi o mais surpreendente de todos. Nunca passou pela minha cabeça. Tô
chocada até agora. Pior que não posso nem dizer que fui cega. Quem já leu por
favor comente. Eu quero saber se só eu não enxerguei a verdade ou foi geral.
Bem
gente, por hoje é isso. Esse, não sei nem dizer o que de tanto que me
surpreendi e me enganei. Espero que tenham gostado, depois tem mais. Até a
próxima.


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